segunda-feira, 13 de abril de 2015

Em Minas Gerais, as facilidades do delivery chegam ao campo


Imagine receber frutas, verduras e diversos produtos orgânicos em casa. Parece uma realidade um pouco distante, mas em Minas Gerais um empreendimento da agricultura familiar localizado em Capim Branco, a 50 quilômetros de Belo Horizonte, oferece o serviço desde 2012. E é bem simples. O consumidor acessa a página da Fazenda Vista Alegre na internet, escolhe o que deseja e espera a entrega, sempre no dia combinado, quando também deverá fazer o pagamento.

Se por um lado a facilidade atrai novos consumidores interessados na produção sustentável, por outro garante renda para quem produz, já que o projeto corresponde por 80% das vendas da Fazenda Vista Alegre. “Temos uma rota específica para cada dia da semana. Cada bairro de Belo Horizonte tem um dia de entrega. Colhemos os produtos escolhidos sempre um dia antes, o que proporciona um alimento mais fresco ao cliente”, conta o agrônomo e produtor rural, Lucas Castro Alves, 32 anos.

Filho mais novo da família Alves, ele reativou há cinco anos a produção agrícola da fazenda que pertence à família há mais de 30 anos. “Eu sempre gostei do campo, tanto que me formei em Agronomia. Assim que terminei o curso, resolvi montar um projeto de horticultura orgânica, pois era uma característica da região e a propriedade estava praticamente parada”, explica Lucas.

Em 2010, com a ajuda de outro agricultor, ele começou a preparar a área que seria cultivada. Só dois anos depois, a produção teve início já com a certificação orgânica. Hoje, em cinco hectares, são produzidas mais de 30 variedades de hortaliças, entre elas alface, rúcula, cebolinha; além de frutas como maracujá, manga e banana; e legumes colhidos o ano inteiro como cenoura, milho verde, pimentão e abóbora.

“Sempre buscamos para a nossa casa alimentos mais saudáveis, sem agrotóxicos e que tivessem qualidade. A ideia do projeto foi fazer o mesmo, mas em uma escala comercial, oferecendo isso a outras pessoas”, destaca o produtor que também vende em feiras de produtos orgânicos da região mineira.

Crédito

Para colocar o projeto de horticultura em prática, Lucas contou com o apoio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). “A nossa produção de orgânicos foi 100% financiada pelo programa. Acredito que ele seja indispensável, porque às vezes o produtor tem o terreno, tem mão de obra capacitada, mas não tem o recurso”, afirma.

Além do crédito do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), a produção contou, ainda, com investimentos do Plano Agricultura de Baixo Carbono (ABC), que incentiva a adoção de práticas agrícolas sustentáveis. “Se não fosse esses investimentos eu não teria entrado no projeto”, finaliza Lucas.


Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)
Por Gabriella Bontempo
Ascom/MDA

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Recursos para custear a safra agrícola podem aumentar

O secretário de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, André Nassar, afirmou que “estamos trabalhando para manter ou até mesmo elevar os recursos do Plano Agrícola e Pecuário (PAP 2015/2016)”. O montante pode chegar a cerca de R$ 176 bilhões.

O secretário participou na tarde dessa terça-feira (7) da audiência pública na Comissão de Agricultura, Pecuária. Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados.

Nassar disse ainda que a prioridade é manter os R$ R$ 88,9 bilhões de crédito de custeio a juros controlados. Também poderão ser canalizados outros R$ 20 bilhões de recursos provenientes da Letra de Crédito do Agronegócio (LCA).

Outro ponto tratado foram as alterações dos juros para financiar a agricultura empresarial. O secretário adiantou na audiência que o aumento seria de um ou dois pontos percentuais. E complementou que os produtores rurais inscritos no Cadastro Ambiental Rural poderiam receber um abono de 0,5% na contratação de financiamento rural.

Entre os programas de financiamento do PAP, Nassar citou como prioritários a manutenção do Moderfrota, o Programa ABC, de Armazenagem, Prorenova, Inovagro e aqueles voltados para pecuária.

Fonte: Ministério da Agricultura


Inscrições abertas para participação de agricultores familiares em feira na África do Sul



O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) convida empreendimentos da agricultura familiar e reforma agrária para participar da feira internacional Saitex (Southern African International Trade Exhibition) que será realizada de 21 a 23 de junho de 2015, em Joanesburgo, na África do Sul. O MDA vai selecionar até seis empreendimentos para expor produtos de produção própria. Os interessados podem fazer a inscrição até o dia 19 de abril.

O empreendimento que desejar participar deve verificar os requisitos da Chamada Pública, preencher um formulário e enviá-lo para feiras.mda@mda.gov.br. É o terceiro ano seguido que o MDA apoia a participação dos empreendimentos da agricultura familiar nessa feira, sendo o primeiro ano com estande próprio.

O estande do Brasil – Agricultura Familiar contará com um espaço de 63 m² que será compartilhado entre os expositores brasileiros selecionados. O objetivo é promover a imagem e os produtos da agricultura familiar brasileira e ampliar mercados, oferecendo oportunidade de negócios às cooperativas e associações com compradores de todas as partes do mundo.

No evento, os expositores poderão divulgar os produtos, promover degustações, agendar visitas, encontrar fornecedores e compradores, conhecer novas tecnologias e prospectar ou realizar negócios. Não será permitida a venda direta de produtos aos visitantes e compradores.

A Organização da Missão Comercial à África do Sul, por ocasião da participação do Brasil na feira Saitex 2015, é uma iniciativa do MDA, em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Para mais informações sobre o evento acesse o portal da Saitex



Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)

Neste mês de abril, agricultores familiares recebem desconto em 20 produtos

Foto: Andrea Farias - MDA
Açaí, banana, laranja, trigo e uva são algumas das culturas com bônus do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) neste mês de abril. O desconto é concedido, ao agricultor familiar, para pagamento de financiamentos de custeio e de investimento feitos pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). 

A dedução vale para o período de 10 de abril a 9 de maio, com referências nos preços praticados no mercado em março. 

As 20 culturas com desconto são: açaí, babaçu (amêndoa), banana, borracha natural cultivada, borracha natural extrativa, cacau (amêndoa), cana de açúcar, laranja, leite, mamona, manga, mangaba, maracujá, pequi, piaçava (fibra), raiz de mandioca, sorgo, trigo, triticale e uva.

O babaçu (amêndoa) tem desconto em quatro estados. Com 58,23% no Ceará e 53,82% no Tocantins, por exemplo. A uva terá benefício de 17,14% em Santa Catarina. A borracha natural extrativa, produto da sociobiodiversidade brasileira, tem desconto em seis estados, sendo 69,39% no Acre, Amazonas e Maranhão. 

Confira a portaria com a lista completa dos descontos. Os produtores estão amparados quando esses produtos estiverem com valor de mercado abaixo do preço de garantia do programa (definido com base no custo de produção).

Cesta de produtos

Agricultores familiares que têm parcelas de operações de investimento do Pronaf terão desconto correspondente à média dos bônus do feijão, leite, mandioca e milho (cesta de produtos), concedidos mensalmente pelo PGPAF. 

Neste mês de abril, nove estados terão bônus com base na cesta de produtos. São eles: Alagoas (3,72%), Bahia (2,50%), Ceará (2,50%), Pernambuco (4,20%), Rondônia (0,69%), Mato Grosso do Sul (3,66%), Espírito Santo (11,16%), São Paulo (3,64%) e Santa Catarina (0,61%). 

Cálculo mensal

O bônus do PGPAF é calculado todo mês pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgado pela Secretaria da Agricultura Familiar (SAF/MDA). A Conab faz um levantamento nas principais praças de comercialização dos produtos da agricultura familiar e que integram o PGPAF.

Fonte: Ministério de Desenvolvimento Agrário - MDA

IBGE estima safra de 199,7 milhões de toneladas

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que a safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas será de 199,7 milhões de toneladas neste ano. O cálculo está no Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) referente ao mês de março, divulgado nesta sexta-feira (10/4).

O número sinaliza uma leve revisão para cima em relação ao divulgado no relatório anterior, divulgado no mês passado (199,6 milhões de toneladas). E representa um aumento de 3,6% em relação ao de 2014 (192,8 milhões de toneladas).

A área a ser colhida deve ser de 57,3 milhões de hectares, um crescimento de 1,7% em relação à de 2014, que foi de 56,3 milhões de hectares. Em comparação com o relatório anterior, a estimativa ficou praticamente estável (+0,2%).

“Em relação ao ano anterior, houve acréscimo de 4,3% na área da soja e redução 3,2% na área de arroz e de 0,4% na área do milho. No que se refere à produção, houve acréscimos de 0,9% para o arroz, 9,7% para Ao todo, 12 produtos devem ter produção maior que no ano passado: amendoim 1ª safra (0,7%), amendoim 2ª safra (3,9%), arroz em casca (0,9%), aveia (23,6%), cevada (23,1%), feijão 1ª safra (7,0%), feijão 2ª safra (4,9%), mamona (138,1%), mandioca (5,1%), milho 1ª safra (1,1%), soja (9,7%) e trigo (24,9%)

Outros 14 devem registrar queda: algodão herbáceo em caroço (10,5%), batata-inglesa 1ª safra (0,8%), batata-inglesa 2ª safra (2,4%), batata-inglesa 3ª safra (19,4%), cacau (7,4%), café arábica (1,9%), café robusta (15,2%), cana-de-açúcar (2,5%), cebola (7,2%), feijão 3ª safra (11,4%), laranja (7,5%), milho 2ª safra (6,7%), sorgo (10,2%) e triticale (10,5%).

“O incremento de produção mais significativo, superando a 2,0 milhões de toneladas, na comparação com a safra 2014, ocorreu para a soja. Nesta comparação, as maiores variações negativas foram observadas para a cana-de-açúcar (-16.953.509 t) e milho (-2.879.451 t)”, informa o IBGE.a soja e diminuição de 3,7% para o milho.”, informa o instituto.

Fonte: Globo Rural

Consecitrus tem até setembro para divulgar novo estatuto

Elaboração do documento é parte das exigências do Conselho Administrativo de Defesa Econômica


Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo
A procuradoria do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou no final de março a primeira etapa de formação do Conselho dos Produtores de Laranja e da Indústria de Suco de Laranja (Consecitrus), que consistia apenas na filiação institucional das entidades integrantes, com direito a voto e dos membros apenas participantes. A decisão, no entanto, obriga os membros da entidade a elaborarem um novo estatuto até o final de setembro, quando obrigatoriamente termina a segunda de uma série de etapas a serem cumpridas por determinação do Cade para que o Consecitrus seja efetivado.

No entanto, quase um ano e dois meses após ser aprovado pelo próprio Cade, o Consecitrus se resumiu a encontros formais entre os membros integrantes, a Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR), que representa a indústria, e os representantes dos produtores - Associação Brasileira de Citricultores (Associtrus), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e a Sociedade Rural Brasileira (SRB). Desde outubro do ano passado os representantes de citricultores tentam elaborar uma proposta de estatuto, mas nem sequer encaminharam o documento para a avaliação da indústria.

Se a elaboração do estatuto ainda é uma incógnita, ao menos já há um substituto interino para o diretor executivo e um dos idealizadores do Consecitrus, o ex-secretário de Agricultura de São Paulo João Sampaio, que renunciou ao cargo no ano passado. O presidente da SRB, Gustavo Junqueira, informou aos membros do conselho que assumirá o posto, em caráter provisório, condicionado à elaboração do estatuto, que deve apontar um nome de um novo executivo.

Fontes: Estadão Conteúdo e Globo Rural

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Produtores paranaenses são capacitados pela Emater para produção de morangos sem uso do solo

Foto: Divulgação Emater PR
Produtores da região de Mandiritiba participaram nesta semana de um curso sobre a produção de morangos no sistema semi-hidropônico. O treinamento foi feito pela Emater, com o apoio da Prefeitura de Manditituba e atendeu 60 produtores. 

O coordenador técnico regional da Emater, João Ribeiro dos Reis Júnior, explica que esse trabalho com os produtores faz parte de uma estratégia de levar novas alternativas de geração de renda para famílias atendidas pelo projeto Sustentabilidade, com contrato pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, através de chamada pública, e executado pelo serviço oficial de assistência técnica e extensão rural paranaense. 

"A maioria dessas famílias produzia frangos para uma indústria que fechou as portas recentemente. A tecnologia e a cultura que estamos divulgando permite aproveitar a estrutura dos aviários já instalados, exigindo apenas a substituição da cobertura de telhas por filme plástico transparente", disse o coordenador.

NA PRÁTICA – O treinamento teve como instrutores os técnicos Ênio Ângelo Todeschini e Alexandre Meneguzzo, da Emater do Rio Grande do Sul. A parte prática aconteceu na propriedade do agricultor Ademir Moleta, que há um ano se dedica à produção de morangos em Mandirituba.

O cultivo do morango nos sistema semi-hidropônico dispensa o uso do solo, é feito em bancadas e utiliza apenas um substrato especial para o desenvolvimento das raízes. Segundo o engenheiro agrônomo Ênio Tedeschini, é uma alternativa que traz inúmeras vantagens para o produtor e também o consumidor. 

Ele destaca que o sistema permite a colheita de um fruto mais limpo. Como é realizado em ambiente protegido, reduz o uso de agroquímicos, racionaliza o uso da água, minimiza os impactos ambientais e possibilita ganho de até 100% produtividade. 

“O mais importante é que o sistema semi-hidropônico torna mais fácil o trabalho do produtor. Isto acontece porque o trabalhador não precisa curvar o corpo para fazer os tratos culturais ou a colheita dos frutos, situação que ocorre no cultivo no solo", destaca o engenheiro agrônomo.

Antônio Lunardcz, coordenador do projeto Fruticultura da Emater para a região Sul do Estado, explica que na região de Curitiba cerca de 12% da produção de morango já saem de propriedades rurais que utilizam o sistema semi-hidropônico ou também chamado cultivo em substrato ou cultivo em sacolas. 

"Com o plantio no solo, o produtor enfrenta muitos problemas fitossanitários, tem dificuldade de fazer a rotação de culturas e sofre ao ter que trabalhar agachado, forçando a coluna. A tecnologia que estamos divulgando resolve tudo isso, dando, inclusive, maior bem estar ao agricultor e sua família em sua lida com a plantação", explica.

O Paraná tem cerca de 600 hectares ocupados com a cultura do morangueiro e uma produção de 17,5 mil toneladas anuais. A renda obtida com está atividade representa 7,5% do valor bruto de produção da fruticultura. "A cultura é desenvolvida por cerca de 400 agricultores familiares, que com o plantio de apenas 5 mil plantas podem obter uma renda média mensal de R$ 1,9 mil", enfatiza Antônio Lunardecz.


Fonte: Agencia de Noticias do Paraná
           http://www.aen.pr.gov.br/

Embrapa orienta Boas Práticas de Fabricação para amassadeiras de açaí

Foto: Fabio Martins
A Embrapa participa da Audiência Pública da Assembléia Legislativa do Estado do Amapá, na manhã desta quinta-feira, 9/4, em Macapá (AP), que tem a proposta de discutir questões referentes à ocorrência de casos de Doença de Chagas associados ao consumo de açaí beneficiado nas amassadeiras instaladas no estado do Amapá. A Doença de Chagas é transmitida pelo protozoário Trypanosoma cruzi, que pode ser encontrado no inseto conhecido como "barbeiro". A Audiência Pública é proposta pelos deputados estaduais Dr. Furlan (PTB) e Jaci Amanajás (PROS).

Nas cidades da região Norte, as amassadeiras de açaí – ou batedeiras – têm destaque no comércio, mas nem sempre seguem as Boas Práticas de Fabricação de Alimentos (BPF). Essas práticas contribuem para a prevenção de doenças como cólera, Doença de Chagas, hepatite, giardíase e amebíase. "As regras das Boas Práticas de Fabricação servem tanto para as pequenas indústrias de polpa de açaí, quanto para as batedeiras de açaí, porque essas também são consideradas unidades de fabricação de alimentos", explica a pesquisadora da Embrapa Amapá, Valeria Saldanha Bezerra, autora da cartilha ""Planejando batedeiras de açaí". A publicação será distribuída aos participantes da Audiência Pública. 

O objetivo das regras das Boas Práticas de Fabricação é auxiliar as pessoas que trabalham com o processamento de alimentos, para que possam eliminar quase na totalidade os riscos de contaminação do alimento que produzem. "O batedor de açaí deve se preocupar desde a compra da matéria-prima, ou seja, verificar sempre a procedência do fruto de açaí, como é feita a coleta, o transporte, até o local de beneficiamento do produto final, sem esquecer da qualidade da água", reforça a pesquisadora. O batedor deve seguir as regras das Boas Práticas de Fabricação para garantir um açaí seguro à saúde.

A cartilha da Embrapa traz dicas desde a escolha do local para instalar uma amassadeira, estrutura, paredes e pisos e instalações sanitárias, até a localização do ambiente do lixo e outros materiais descartados. Hábitos relacionados ao pessoal que trabalha nas amassadeiras também constam na cartilha. "Os funcionários devem lavar sempre as mãos, higienizar com álcool em gel, usar uniforme, roupas claras, rede no cabelo e botas de borrachas", acrescenta a pesquisadora da Embrapa.

Outra recomendação da Embrapa é sobre o armazenamento dos frutos de açaí, a qualidade da água utilizada na amassadeira, as ações de controle de pragas e animais, a limpeza e higienização dos equipamentos e utensílios. Para prevenir contaminação é importante remover pedaços de insetos, folhas e paus, e o peneiramento. Em seguida, fazer a pré-lavagem dos caroços de açaí e uma desinfecção com água clorada (150ppm/litro de água) e o enxague. Logo depois, vem a fase do branqueamento dos frutos. "O branqueamento é feito mergulhando o cesto com os frutos de açaí em água quente a 80°C durante 10 segundos. Depois desse tempo de 10 segundos, mergulha os frutos em um recipiente com água em temperatura ambiente. A diferença de temperatura inativa o protozoário causador da Doença de Chagas", explica a pesquisadora. A cartilha da Embrapa contém a planta baixa de uma amassadeira dentro das normas das Boas Práticas de Fabricação (BPF).

A Audiência Pública contará com representantes do Instituto Estadual de Pesquisas Científicas e Tecnológicas (IEPA), da Vigilância Sanitária, do Sindicato dos Batedores de Açaí do Amapá, do Instituto Evandro Chagas (Pará) e de outras instituições que atuam em questões relacionadas ao tema. De acordo com o deputado Dr Furlan, a Audiência será um espaço para abordar o processo de preparo do açaí e os mecanismos de eliminação do protozoário Trypanosoma cruzi, para que seja evitado o surgimento de novos casos da doença. Em novembro do ano passado, a Coordenadoria de Vigilância em Saúde (CVS) do Amapá informou à imprensa que intensificaria as fiscalizações em batedeiras de açaí e em locais onde ocorrem o manejo do fruto. A medida foi tomada após a confirmação de oito casos de Doença de Chagas no Amapá só em 2014.

Fonte: Embrapa

A cartilha "Planejando batedeiras de açaí" está disponível na íntegra, por meio do link: http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br. Escreva o título da publicação no espaço de busca. 

Dulcivânia Freitas (DRT/PB 1063-96) 
Embrapa Amapá 
amapa.nco@embrapa.br 
Telefone: + 55 (96) 4009-9587

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)

ExpoLondrina deve movimentar mais de R$ 400 milhões em negócios


A 55ª edição da Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina (ExpoLondrina) deve movimentar mais de R$ 400 milhões em negócios. A feira começa nessa quinta-feira (9) e segue até o dia 19 de abril, no Parque de Exposições Governador Ney Braga, em Londrina, no norte do Paraná.

Apesar das incertezas na economia atual, a estimativa da Sociedade Rural do Paraná (SRP) é de manter pelo menos os R$ 424 milhões comercializados na edição de 2014. "Estamos trabalhando em manter o número de faturamento do ano passado, quando fizemos R$ 424 milhões. Se nós alcançarmos isso, vamos considerar uma vitória. Mas é óbvio que estamos trabalhando para ultrapassar", explica Nivaldo Benvenho, diretor comercial da SRP.

Os bons sinais nos negócios já começam antes mesmo da abertura da ExpoLondrina. Mais de 1 mil estandes foram alugados, o que representa um aumento de 5% na área disponibilizada para vendas.

Outro motivo do otimismo dos organizadores é a alta do dólar. “No agronegócio o dólar tem favorecido bastante. Eles estão acabando a safra de soja, e terão aqui ótimas oportunidades de fazer negócios, como renovar a frota, seu veículo, os móveis da sua casa. Tem tudo para caminhar bem”, diz Benvenho.

O bom momento da pecuária também motiva os organizadores. Para esta edição estão previstos cerca de 20 leilões de todas as raças de animais. O preço excelente da arroba bovina, aumento de consumo interno e das exportações de carne e animais sustentam as boas perspectivas de alta liquidez e bons preços nos leilões agendados para a ExpoLondrina.

“Podemos ter uma queda no número de leilões em relação ao ano passado, porém isso não significa uma redução no número de animais”, explica o presidente da SRP, Moacir Sgarioni.

Para Sgarioni, as vendas na ExpoLondrina vão além das realizadas na área de agronegócios. Há oportunidades para todos os tipos de público e compradores. “As montadoras de veículos recebem um plano de financiamento especial para a exposição. Então, as pessoas podem adquirir um carro em uma condição especial, que não encontra na cidade durante o ano. Temos até pacotes de viagens, empresas de construção civil, varejo. Temos um pavilhão apenas com varejo, com produtos de R$ 20 até R$ 100, R$ 200, dos mais variados segmentos”, indica Sgarioni.

Em alguns setores, a expectativa é que a ExpoLondrina ajude a afastar a crise econômica. Uma rede de móveis e eletroeletrônicos quer aproveitar o espaço para melhorar as vendas. “A venda que tivermos aqui vai recompor a venda do mês todo em abril”, confia o diretor comercial, Fernando Moraes.

A ExpoLondrina 2015 espera receber cerca de 500 mil pessoas no parque de exposições nos 11 dias de evento. A previsão é que a exposição gere em torno de 9 mil empregos diretos e indiretos.

Para quem deseja apenas visitar a feira, sem assistir os shows, a entrada custa R$ 10,00, de segunda a sexta-feira e R$ 12,00 aos fins de semana. Em ambos os casos, há opção de meia-entrada.

Mais informações vocês encontram no site do evento.

Fonte: G1

quarta-feira, 8 de abril de 2015

II Workshop Brasileiro FLV IV Gama – A Solução para Uma Alimentação Saudável

São Paulo sediará o maior e mais importante evento sobre o mercado de FLV IV Gama (Frutas, Legumes e Verduras Minimamente Processados) do Brasil, que acontece de 4 a 6 de agosto no WZ Hotel Jardins


Realizado pela Veg Quality, empresa de consultoria brasileira com filial na Austrália, pioneira no Brasil é especializada em todos os elos da cadeia produtiva IV Gama, única empresa brasileira focada no desenvolvimento e consultoria técnica para o segmento de FLV IV Gama, ou seja, de Frutas, Legumes e Verduras Minimamente Processados e prontos para o consumo, o evento pretende reunir autoridades, entidades de governo, organizações não governamentais, profissionais e empresários para debater os gargalos que impedem o avanço do setor no país, propor soluções para a cadeia produtiva da terra à mesa, bem como buscar a regulamentação do setor que irá oferecer maior segurança alimentar aos consumidores e proporcionar ambientes de negócios mais claros e seguros para ampliar os investimentos no mercado de FLV brasileiro. 

De acordo com a Nutricionista Dra. Roseane Bob, Diretora da Veg Quality e presidente do II Workshop, a edição de 2015 que tem como tema central: “FLV IV Gama A Solução para Uma Alimentação Saudável” é uma expansão das discussões iniciadas na primeira edição realizada em de 2014.” A nossa expectativa, eu diria objetivo geral do evento é dar prosseguimento as discussões sensibilizando, despertando e gerando “insights” a todos os elos da cadeia produtiva FLV IV Gama. A novidade deste ano é que abordaremos com destaque o diagnóstico nutricional da população brasileira e apresentaremos os FLV IV Gama como a solução para uma alimentação saudável, diz”. 

O primeiro dia do evento será dedicado a debates sobre a grave situação da obesidade, hipertensão e dislipidemias no país. O Brasil já é o quinto país com mais obesos no mundo. “De acordo com Roseane Bob, o inédito desta chamada é apresentar as frutas, verduras e legumes higienizados, minimamente processados, prontos para o consumo, os FLV IV GAMA disponível a população e competindo diretamente com o “junk food” termo em inglês que refere-se a comida de pouco valor nutritivo e, muitas vezes rica em gordura, açúcar, sal e calorias”. 

O FLV em supermercados, feiras livres e sacolões 

Durante o evento será debatido também as condições atuais do processamento de FLV em sacolões, supermercados e feiras livres, uma realidade que demanda atenção e também regulamentação, principalmente por serem locais de grande circulação e frequência de consumidores em busca destes produtos, e que portanto se fazem necessárias as adequações para assegurar a qualidade do produto final e segurança alimentar. 

Entendendo a classificação dos alimentos por GAMA 

A origem é na França, e refere-se a tecnologia empregada, visando aumento do shelf life, dos in natura e melhor conservação dos coccionados. 

1º GAMA - são os alimentos naturais tais como os conhecemos (hortifrutícolas, carne, peixe, etc.), sem qualquer tipo de processamento. 

2º GAMA - são os alimentos congelados, que têm a vantagem de se poder conservar durante períodos longos, mantendo as suas características originais. 

3º GAMA - são os produtos enlatados, que são produtos cozidos e esterilizados na própria embalagem, prontos para o consumo e conservados a temperatura ambiente por períodos de tempo longos. (superiores a um ano). 

4º GAMA - surgiram a partir dos produtos 1º Gama. No caso dos hortifrutícolas, são frutos e hortaliças “in natura” selecionados, higienizados e embalados, permanecendo em seu estado fresco, fato que se justifica a denominação no idioma inglês “Fresh Cut” (frescos) 

5º GAMA- são os alimentos pré-cozidos, submetidos a calor por meio da cozedura, pasteurização, ou esterilização e que, a partir de diferentes ingredientes, constituem um prato pronto a ser servido. 

Os principais diferencias dos FLV IV Gama quando comparados com os seus similares “in natura” são: 
  • Praticidade e rapidez para o consumo. 
  • Aproveitamento de 100% do produto 
  • Contribuem para a diversificação das agroindústrias rurais e regionais. 
  • Permitem maior aproveitamento da produção e agrega valor às frutas e hortaliças. 
  • No canal “institucional” proporciona economia de espaço, diminuição significativa do uso de água e redução dos custos. 
  • Reduzem desperdícios da terra à mesa 
FLV IV GAMA e os números no mundo 

As hortaliças e frutos IV Gama são largamente utilizados nos EUA, Europa e Oceania. 

Em 2008 o consumo de “Fresh Cut” na Espanha foi de 62.681 toneladas, sendo 61.593 toneladas de hortaliças e 1.088 toneladas de frutas, sendo 79% destinada ao consumidor final e 21% destinada ao mercado institucional (fast food, restaurantes, hotéis, dentre outros). O Reino Unido é o maior mercado consumidor desses produtos, na sequência estão França e Itália. Os Estados Unidos são o maior consumidor de frutas minimamente processadas, com venda anual destes itens na faixa de US$ 8 milhões a US$ 10 milhões, segundo a International Fresh-Cut Produce Association. 

A distribuição do FLV no mundo por categoria, de acordo com dados de 2014 do IBRAF – Instituto Brasileiro de Frutas: 

1) Vegetais folhosos e saladas minimamente processados representam 50%. 

2) Outros vegetais minimamente processados, 39% 

3) Frutas minimamente processados 11% 

FLV IV Gama no Brasil 

O segmento IV GAMA tem experimentado significativa expansão nos últimos anos em face do aumento das mulheres trabalhando fora, melhoria do poder aquisitivo da população aliada à crescente veiculação dos conceitos de alimentação equilibrada pela mídia e profissionais de saúde resultando em evolutiva conscientização e exigência da sociedade por alimentos mais saudáveis, tanto no sentido de seu valor nutricional quanto em relação a sua segurança, particularmente sanitária. 

O Brasil ainda não dispõe de regulamentações harmonizadas, fator que gera interpretações variadas. Seguindo uma tendência mundial a consolidação da cadeia produtiva IV Gama no Brasil é irreversível e nos últimos anos tem apresentado crescimento anual de 15 a 20%, condição que traduz o seu potencial econômico. 

Para resolver os graves gargalos do segmento no país, faz-se necessário a estruturação e profissionalização do setor, estabelecimentos dos Protocolos de Qualidade (PiQs) em todas as etapas do processamento com Legislação específica que padronize e norteie a cadeia produtiva, investigação científica do setor, visando obtenção de avanços tecnológicos que permitam principalmente a adequação da matéria prima, maquinários para processamento, embalagens e cadeia de frio.Fonte: *Dra. Roseane Bob 

Percepção dos consumidores sobre hortaliças minimamente processadas, qualidade e evolução do mercado 

Em pesquisa de mestrado realizada em 2013, na UnB - Universidade de Brasília detectou-se uma maior frequência de hortaliças já lavadas, higienizadas e embaladas, prontas para o consumo em sacolões, quitandas e supermercados brasileiros. São as hortaliças minimamente processadas, que aliam conveniência, praticidade e higiene, sem perder-se de vista o frescor e a qualidade do produto. 

A pesquisa observou que as hortaliças minimamente processadas têm ocupado, de forma vertiginosa, cada vez mais espaço nas gôndolas destes pdvs. Há algum tempo estas empresas perceberam que o segmento de frutas, legumes e verduras (os chamados "FLV") eram não somente um chamariz para o consumidor, mas sim, e de maneira significativa, uma verdadeira fonte de renda. Foi com esta mudança de paradigma que os produtos minimamente processados começaram a apresentar aumento significativo no volume de vendas. 

A pesquisa também detectou outros fatores que contribuíram para o aumento de demanda por produtos minimamente processados. Assim como em outros lugares no mundo, a população brasileira está envelhecendo e, segundo pesquisa recente feita pelo IBGE, a população com mais de 65 anos triplicará em 10 anos. A maior participação da mulher no mercado de trabalho também é um ponto significativo relacionado com o aumento do consumo de minimamente processados. Segundo o mesmo instituto de pesquisa, a percentagem da participação feminina na população economicamente ativa do país cresceu de 23% em 1971 para 40% em 1998. Isso quer dizer que cada vez mais a mulher tem menos tempo para se dedicar às tarefas domésticas, necessitando de alimentos semi-prontos. O aparecimento de novos produtos como o microondas e o freezer doméstico também contribuíram para que, em 60 anos, o tempo de preparo de uma refeição diminuísse de 150 para 15 minutos. Outros fatores como o aumento do número de pessoas morando sozinhas e a preferência por comida pronta por quase 50% dos membros das classes sociais A e B também tem contribuído de maneira decisiva para o aumento de consumo por produtos minimamente processados, de acordo com dados da pesquisa da UnB. 

Aspectos tecnológicos 

Do ponto de vista técnico, produtos minimamente processados podem ser definidos como qualquer fruta ou hortaliça, ou combinação destas, que tenha sido fisicamente alterada, mas que permaneça no estado fresco. Isto é, são produtos que passam por etapas de transformação física (cortar, ralar, picar, tornear) sem alterar, entretanto, o frescor do produto acabado, e o mais importante preserva o conteúdo nutricional. A ideia central é assegurar ao consumidor conveniência, praticidade e segurança alimentar sem perda de qualidade nutricional. 

O processamento mínimo de hortaliças inclui as atividades de seleção e classificação da matéria prima, pré-lavagem, processamento (corte, fatiamento, descasque), sanitização, enxágue, centrifugação e embalagem. Grande esforço tem sido concentrado nas atividades de pesquisa e desenvolvimento de produtos minimamente processados. 

A comissão científica: 

Integram a comissão científica do evento, especialistas renomados. 

Dra. Roseane Bob, nutricionista, especialista em Segurança dos Alimentos e Vigilância Sanitária pela Universidade de São Paulo (USP) e Consultora do Programa Alimentos Seguros do SESI/SESC/SENAC/SEBRAE/ SENAI/ ANVISA. Especialista em frutos e vegetais processados pela Universidade Federal de Lavras e Auditora do Selo ABERC de Qualidade Empresarial. 

Diretoria Técnica da Veg Quality identifica, abre espaço para discussões, propõe e traz soluções para os desafios e gargalos do segmento no Brasil. A ação mais recente foi encaminhar as autoridades e instituições representativas do segmento o pleito para elaboração da Legislação IV Gama e promover com grande Sucesso e Assertividade o I Workshop Brasileiro FLV IV Gama, no ano de 2014. 

Dr. Eneo Alves da Silva Jr, Biomédico, Microbiologista, Mestre e PhD em Controle Higiênico Sanitário de Alimentos, Consultor do PAS, do Programa Mesa Brasil, da Sabesp, Coordenador Técnico-Operacional da ABERC e Diretor do Laboratório CDL, Consultor da ANVISA para a Copa 2014 e integrante do Conselho Editorial da Revista Higiene Alimentar. 

Prof. Dr. José Cezar Panetta. Professor Titular aposentado da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo e da Faculdade de Santo Amaro, nas disciplinas de Tecnologia e Inspeção Sanitária de Alimentos de Origem Animal; 

Professor Titular dos cursos de pós-graduação, em nível de lato sensu, mestrado e doutorado, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP; da Faculdade de Saúde Pública da USP; da Universidade São Judas Tadeu; da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal Fluminense; da Pró-Alimento; Instituto Racine e Qualittas; Editor da Revista Higiene Alimentar, periódico técnico-científico indexado e classificado no sistema Qualis, da CAPES, como de circulação nacional, letra B; Diretor do Colégio Brasileiro de Médicos Veterinários Higienistas de Alimentos; 

Consultor técnico had hoc da FAPESP, CNPq, CAPES, FINEP, FAPERJ e ABERC (Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas); Vice-Presidente do Sindicato dos Médicos Veterinários do Estado de São Paulo; 

Trabalhos publicados 

Pesquisas: 45; Artigos técnicos: 85; Comentários: 68; Editoriais: 142; Artigos de divulgação científica: 169; Monografias, 14; Teses: 04; Capítulos em livros: 7; Livros: 5. 

Programação Científica do II Workshop FLV IV Gama: 

Dia 04 /08 


Guia Alimentar para a População Brasileira 

Diagnóstico da Alimentação do Brasileiro e Alimentação Saudável 

Doenças veiculadas pela má alimentação 

Desafio 2050|FAO – Unidos para Alimentar o Planeta 

Programas para Reduzir o Desperdício 

FLV IV gama – A Solução para Uma Alimentação Saudável 


Oficinas: 


FLV 

Alimentação Saudável 

Avaliação e Orientação Nutricional 

Oportunidade/ Novos Negócios 


Dia 05/08 

Desafios e Gargalos na produção de FLV IV no Brasil 

Processamento de FLV em cadeias de Supermercados e Sacolões no Brasil - Segurança do Alimento X Implicações para Saúde Pública. 

FLV IV Gama e os Impactos na Produtividade (Como os alimentos prontos para o consumo podem assegurar maior praticidade, produtividade, economia e segurança na produção de refeições. 

Rastreabilidade do Campo a Mesa & Segurança Alimentar. 

Dia 6/08 


Minor Crops 

FLV Orgânicos X FLV Convencionais 

Processamento de FLV com Uso Racional da água e energia elétrica X Segurança do Alimento. 

Oportunidades de Capacitação Tecnológica na Austrália no Segmento de Nutrição e Cadeia Produtiva IV Gama (Campo ao Consumidor final) 


Praça de Expositores 

O II Workshop de FLV IV abre espaço para empresas de produtos, equipamentos, pesquisas e serviços do segmento de FLV IV Gama. O espaço trará os lançamentos do setor, as inovações tecnológicas, entre outras ações. É a oportunidade que os congressistas e convidados terão para conhecerem as últimas novidades e presenciarem a expansão e desenvolvimento deste segmento no Brasil e realizarem negócios. 

Apoio Institucional 

A organização do II workshop FLV IV Gama encaminhou ofício para várias Instituições governamentais e não governamentais solicitando apoio institucional ao evento. 

As Instituições que confirmaram apoios até o presente momento são: 


ABCSEM- Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas www.abcsem.com.br 

IBRAF - Instituto Brasileiro de Frutas www.ibraf.org.br 

APAN- Associação Paulista de Nutrição www.apanutri.com.br 

Instituto Biológico www.institutobiologico.sp.gov.br 

Revista Higiene Alimentar www.higienealimentar.com.br 

São Paulo Convention & Visitors Bureau www.visitesaopaulo.com 


Serviço: 

II Workshop FLV IV Gama: “A Solução para uma Alimentação Saudável” 

Período: 4 a 6 de agosto de 2015 

Horário: das 9:30 às 18hs 

Local: WZ Hotel Jardins-SP 

Endereço: Av.Rebouças 900, São Paulo 

Organização e Gestão: Conexão Marketing e Eventos 

Contato: Margarida Santana 

contato@flvsolucao.com.br 

Tel.: (11) 4561-3746 

Cel.: (11) 98744.8340(TIM) ou 96793-5633 (OI) 

Inscrições: inscricoes@flvsolucao.com.br 

Visite o site do II workshop FLV IV Gama: www.flvsolucao.com.br 

Realização: Veg Quality 

www.vegquality.com.br 

Imprensa: JM- Assessoria de Imprensa & Comunicação 


Mais informações para Imprensa, solicitação de credenciamento para cobertura do evento, entrevistas e imagens podem ser obtidas pelos canais abaixo. 

JM-Assessoria de Imprensa & Comunicação 

José Maria Filho: Jornalista MT: 19.852 

j.maria.filho@uol.com.br 

josemaria.jornalista@ig.com.br 

imprensa@flvsolucao.com.br 

(11) 2866.2346 /99804.1112