segunda-feira, 4 de julho de 2016

Cinco frutas típicas do inverno que melhoram o desempenho esportivo

Além da sensação térmica, uma maneira (mais saborosa) de reparar na mudança de estação é observar quais frutas estão sendo vendidas na feira. Quando se vê figo, romã, uva e abacate temos certeza de que o inverno chegou. Todas essas frutas possuem vitaminas e minerais variados que ajudam no metabolismo, rebatem os danos da oxidação naturalmente provocada pelo exercício e facilitam a cicatrização de lesões e recuperação de tecidos. Estas afirmações são da nutricionista Marcia Daskal.

- As frutas são ideais para os lanches antes do treino porque são leves. Salada de frutas com iogurte ou granola e uma vitamina de frutas ou uma banana com aveia e mel são bons exemplos de lanches pré-treino - diz a especialista.

Para entender melhor como algumas frutas típicas do inverno podem ajudar a melhorar o desempenho esportivo, pedimos para Marcia montar uma pequena lista:

FIGO - Rica em carboidratos. Ajuda a dar energia para treinar, estimula a queima de gordura e também ajuda a recuperar mais rápido a massa muscular. O glicogênio muscular, estoque de carboidrato no músculo e primeiro combustível responsável pelo exercício, é quem sinaliza para o corpo se ele vai queimar gordura ou massa muscular. Fazer exercício sem um bom estoque de glicogênio não só causa fadiga, como faz com que o corpo degrade a proteína muscular como fonte de energia.

MAÇÃ – O ácido ursulcólico, componente presente na casca, reduz o desgaste muscular e ainda colabora para o crescimento dos músculos.

UVA e UVA PASSA – Já usada para prevenir câimbras nos atletas porque é rica em potássio, a versão passa mostrou-se tão eficaz como repositor de energia como os snacks esportivos mais consumidos pelos atletas (estudo publicado no British Medical Journal). Com a vantagem de ser fácil de comer e riquíssima em energia. 

ROMÃ - Riquíssima em antioxidantes que combatem os radicais livres. Os ácidos gálico, elágico e protocatequínico são os responsáveis pelos efeitos da fruta, cada vez mais estudados.

ABACATE - Riquíssimo em glutationa, um poderoso antioxidante. O abacate também sacia e fornece muita gordura boa, que tem ação anti-inflamatória.

Fonte: O Globo

Em frio intenso, biofertilizantes da linha nutrição-fisiológica evitam queima e destruição das culturas

As baixas temperaturas, variando em torno de 0 oC, traz variados danos às culturas e, muitas vezes, levam as plantas à morte, devido ao congelamento de tecidos vegetais, causando enormes prejuízos. Para amenizar essa situação, uma das alternativas é o manejo nutricional fisiológico por meio da aplicação preventiva de biofertilizantes especiais, que contém compostos orgânicos que atuam na regulação da quantidade de solutos nas células.

“Quando os biofertizantes são aplicados nas lavouras, as plantas absorvem os compostos orgânicos. Com isso, ocorre a osmorregulação, ou seja, uma promoção de acúmulos de solutos no vegetal, o que baixa a temperatura de congelamento da cultura, dando às plantas maior tolerância ao estresse causado pela geada”, explica o engenheiro agrônomo, Márcio Domingues, doutor em fisiologia vegetal pela Unesp Botucatu e gerente técnico da Tradecorp do Brasil. “Com essa tecnologia nutricional, aliadas ao manejo adequado, culturas, como o feijão, milho, café, passam a tolerar temperaturas de até -2oC sem congelar seus tecidos e, consequentemente, não afetando a produtividade”, assegura Domingues. Sem a ação desses biofertilizantes, temperaturas de 3oC já prejudicam a maioria das culturas agrícolas.

A aplicação preventiva também é importante para hortaliças de uma forma geral, como em culturas do tomate, berinjela e pimentão, dentre outras.

Como proceder o manejo nutricional fisiológico

A indicação é que os biofertizantes sejam usados de maneira preventiva, pelo menos sete dias antes das plantas serem expostas às situações de estresse. “O produtor precisa ficar atento à previsão do tempo e as indicações climáticas de sua região para iniciar o tratamento preventivo”, afirma Domingues, da Tradecorp do Brasil. Entre o período de aplicação e chegada da geada, ocorrerá maior absorção dos solutos, elevando a tolerância das plantas a essa intempérie.

Além da prevenção contra as geadas e friagens intensas, o efeito desses biofertilizantes pode ser prolongado com efeitos inclusive no próprio desenvolvimento das plantas. “Às vezes, mesmo que não existam as geadas, fortes ventos gelados podem prejudicar as lavouras, causando estresse significativo nas plantas, incluindo a morte de tecidos vegetais. Esses tratamentos protegem todos os cultivos, com benefícios diretos na tolerância às geadas, e indiretos no desenvolvimento vegetal”, observa Domingues.

Uso curativo, para depois da geada

Se a plantação já passou por uma situação drástica de friagens e geadas e não morreu, o agricultor poderá implementar o Manejo Nutricional Fisiológico de forma curativa. Nesse caso, os solutos também irão recuperar as plantas por promover o reequilíbrio fisiológico do vegetal. Como consequência, haverá um maior desenvolvimento vegetal que irá influenciar no rendimento das culturas e qualidade dos produtos produzidos, com menor prejuízo aos agricultores.

Mato Grosso: Feiras agropecuárias são oportunidades para negócio e movimentam setor produtivo

As feiras agropecuárias em Mato Grosso começaram, movimentando o setor agropecuário, e com elas inúmeras oportunidades de negócios são criadas, principalmente no interior do Estado. Entre tais oportunidades estão os leilões, além de máquinas e implementos agrícolas e o que há de mais moderno em tecnologia para o campo.

Entre as feiras agropecuárias que ocorrem em Mato Grosso no mês de julho está a 17ª Expoverde, em Campo Verde. A festa ocorre entre os dias 06 e 09 de julho e a expectativa do Sindicato Rural do município é que passem pelo Parque de Exposições Marco Antônio da Rocha em torno de 25 mil pessoas.

Mais de 30 empresas estarão no parque de exposição de Campo Verde expondo seus produtos e serviços que envolvem comércio e indústria, além das atividades do campo.

“O grande objetivo da Expoverde é permitir a integração de todos os setores econômicos de Campo Verde e região. Aqui os empresários, agricultores e pecuaristas têm oportunidade de realizar um intercâmbio entre si e de mostrarem seus produtos e serviços ao grande público”, diz Gladir Tomazelli, presidente do Sindicato Rural de Campo Verde.

Conforme a programação, no dia 07 de julho a Estância Bahia Leilões, em parceria com o Sindicato Rural de Campo Verde, realiza leilão de corte com mais de 3 mil animais de cria, recria e engorda, com transmissão ao vivo pelo canal Terra Viva.

Já nos dias 08 e 09 será realizada a 3ª Exposição Morfológica Passaporte de Cavalos Crioulos, com participação de animais de diversos estados e que irá credenciar os campeões para a final da morfologia nacional, na Expointer, no Rio Grande do Sul.

A programação conta ainda com o tradicional Torneio Leiteiro, exposições de animais com ovinos e diferentes raças de gado. Ainda durante a feira, serão ministradas oficinas gratuitas voltadas ao beneficiamento de leite através do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT).

Fonte: Olhar Direto

Biofortificação vence premiação considerada o Nobel de nutrição e agricultura

O Prêmio Mundial da Alimentação, equiparado como uma espécie de Nobel da área, laureou quatro cientistas por seus trabalhos com a biofortificação de cultivos agrícolas, em especial, a batata-doce rica em pró-vitamina A, produzida por mais de dois milhões de famílias na África. Os vencedores foram Howarth Bouis, diretor do HarvestPlus, um programa de pesquisas iniciado pelo Instituto Internacional de Pesquisa sobre Políticas Alimentares (IPRI, em inglês) e pelo Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT, em espanhol); e os pesquisadores Maria Andrade, Robert Mwanga e Jan Low, todos do Centro Internacional da Batata (CIP, em inglês), que também faz parte dessa aliança de instituições inseridas no programa HarvestPlus.

O Brasil vem recebendo apoio financeiro do HarvestPlus no desenvolvimento das ações de biofortificação feitas pelo país. O programa de biofortificação brasileiro (Rede BioFORT) é coordenado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), tendo como principal objetivo o fortalecimento da segurança nutricional em regiões e comunidades mais necessitadas do país. Por meio de melhoramento convencional, cultivares de arroz, feijão, batata-doce, mandioca, milho, feijão-caupi, abóbora e trigo são selecionadas e cruzadas, sem a adesão de técnicas transgênicas, para a geração de variedades contendo maiores teores de pró-vitamina A, ferro e zinco, combatendo assim a deficiência de micronutrientes no organismo humano, a popular fome oculta, que dentre as doenças provocadas, estão a anemia e a cegueira noturna.

A pesquisadora da Embrapa Agroindústria de Alimentos e líder da Rede BioFORT, Marília Nutti, acredita que a vitória dos colegas que trabalham com biofortificação reforça a importância desses projetos e aumenta a responsabilidade para com o cenário global, onde uma a cada três pessoas sofrem por causa da carência de vitaminas e minerais. "Sem dúvida, esse prêmio é um reconhecimento para a biofortificação. No Brasil, esperamos continuar ampliando o trabalho que já está presente no Distrito Federal e nos estados do Pará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Piauí, Maranhão, Bahia, Sergipe, Pernambuco. No Piauí, as atividades foram muito bem sucedidas com parcerias envolvendo escolas agrícolas, e no Maranhão, a biofortificação foi alçada como política pública de governo, por conta do rápido aumento de demanda que ocorreu entre os agricultores da Região dos Cocais. O programa de biofortificação brasileiro beneficiou nos dois estados, até agora, mais de 11 mil produtores rurais", conclui a pesquisadora.

A premiação foi criada pelo principal idealizador da Revolução Verde e, também, ganhador do Nobel da Paz, Norman Borlaug, que procurou com isso reconhecer o trabalho daqueles que contribuem para a segurança alimentar no mundo. O prêmio será entregue no dia 13 de Outubro, na capital do estado norte-americano de Iowa, Des Moines, durante o Simpósio Internacional "Borlaug Dialogue". Os vencedores compartilharão entre si a quantia de 250.000 dólares.

Dentre os ganhadores do prêmio em edições passadas estão os brasileiros Edson Lobato, Alysson Paulinelli e o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, que recebeu a honraria em 2011.

Fonte: Embrapa

Produtores aprendem a reconhecer agentes naturais de controle de pragas

Foto: Liliane Bello
Diferenciar insetos que fazem o controle biológico de outros que são os vilões das lavouras é um grande desafio para qualquer produtor rural. Nesta quarta-feira, 29 de junho, cerca de 30 produtores e agentes de extensão rural de Seropédica e Paracambi, no Estado do Rio de Janeiro, vinculados ao Programa Rio Rural, puderam aprender um pouco mais sobre o assunto, durante o quarto módulo do curso Planejamento, implantação e manejo de sistemas integrados de produção agroecológica, específico sobre reconhecimento de agentes naturais de controle de pragas.

Orientado pela pesquisadora da Embrapa Agrobiologia Alessandra de Carvalho, o grupo primeiramente foi apresentado aos principais "mocinhos" e "vilões" das plantações em uma aula teórica, para depois colocar a mão na massa e ir a campo para coletar espécimes e analisar o que foi encontrado. "É muito bom trazê-los em campo, pois assim eles podem ver os insetos in loco, ao invés de apenas nos slides", comenta a pesquisadora. "Muitos veem bichinhos ao lado das folhas de hortaliças cheias de buraquinhos e acham que são joaninhas, quando na verdade são vaquinhas. E é muito bom poder mostrar a diferença para eles", exemplifica.

Dentre os presentes, a única que já trabalha inteiramente com a agricultura orgânica é a agricultora Isabel Xavier, de Seropédica. "Eu também vim da agricultura convencional e, há 15 anos, quando comecei, era muito difícil ter informação. Era preciso ir atrás mesmo, procurar por conta própria. Então hoje eu faço questão de participar desses cursos, até mesmo para dar um apoio aos produtores que estão pensando em migrar para a agricultura orgânica", relata. Segundo ela, o fundamental é ter a consciência dos benefícios que o modelo traz, tanto para a saúde e para o meio ambiente quanto para o bolso, já que proporciona mais lucro. "Mas é preciso não desanimar, porque o trabalho é realmente muito grande."

Assim como Isabel, outros tantos produtores vinculados ao Programa Rio Rural de Seropédica e Paracambi puderam conferir de perto diversos ensinamentos sobre temáticas relacionadas à agricultura orgânica. Além de controle biológico, o curso realizado na Fazendinha Agroecológica Km 47, em Seropédica, já abordou, desde março, temas como adubação verde, produção de mudas de hortaliças orgânicas e fruticultura orgânica. "Toda a minha produção agrícola já é orgânica, a gente não usa nada de veneno, mas a pastagem ainda não é e eu quero tornar ela orgânica também. Estou aprendendo muito com esses módulos", destaca o produtor Edson Pereira de Souza, de Paracambi, hoje em transição agroecológica.

A vontade de migrar para o sistema agroecológico não é exclusiva de Edson. Regina Cardoso Souza, Marilda de Assis Granadeiro, José Geraldo Affonso Mattos, Wanderley Macedo Silva e Eliana Regina Nantte Teixeira fizeram coro ao expressar a vontade de colocar em prática todos os ensinamentos adquiridos desde o primeiro módulo. "Não faltei nenhuma aula e estou adorando. Pena que acaba", fala Marilda. Ao que retruca José Geraldo: "Acaba nada, tem muito trabalho pra fazer em casa ainda." 

Sobre o curso
Os módulos estão sendo realizados pela Embrapa Agrobiologia em parceria com a Emater-Rio e alcança uma média de 30 produtores e agentes de extensão rural das cidades de Seropédica e Paracambi. O público é restrito aos participantes do Programa Rio rural e foi definido com o auxílio da Emater. De acordo com o analista Ernani Jardim, da área de TT, um dos organizadores do curso, a intenção foi fazer um curso mais robusto, que pudesse abranger, em mais de um dia e com mais profundidade, os principais temas relacionados à agroecologia. "Estamos identificando as necessidades dos agricultores e montando os módulos aos poucos", destaca.

Além disso, a oferta está sendo estabelecida seguindo a disponibilidade dos pesquisadores e da Fazendinha, considerando a sazonalidade e o que pode ser oferecido em cada época. Outras temáticas que devem entrar na programação são produção de hortaliças e manejo de solo. A expectativa é de que sejam feitos entre sete e oito módulos ao longo do ano.

Fonte: Embrapa

Citros/Cepea: Preços da tahiti recuam em junho

O mercado de lima ácida tahiti está atípico neste ano. Em junho, período marcado por valores elevados, os preços da fruta recuaram com força. O valor médio da tahiti naquele mês foi de R$ 30,65/cx de 27 kg, colhida, significativo recuo de 49,2% em relação a maio. Inicialmente, a perspectiva de colaboradores do Cepea era de que a cotação da fruta se mantivesse firme em junho.

Contudo, o frio intenso e as chuvas parciais durante o mês aceleraram o “amarelamento” da tahiti. Nos últimos dias, muitos produtores interromperam a colheita e a comercialização, o que controlou a oferta e voltou a sustentar os valores em muitas regiões paulistas. As unidades de maior calibre (com padrão para exportação), inclusive, chegaram a se valorizar com mais intensidade. Na parcial da semana (de segunda a quinta-feira), a média da tahiti subiu 18,9% em relação à da semana passada, a R$ 29,28/cx de 27 kg, colhida. 

Fonte: Cepea/Esalq

Governador Taques ressalta importância do agronegócio para economia brasileira

Considerada a maior Feira Agroindustrial e Comercial do Centro-Oeste, a 52ª Expoagro foi aberta oficialmente no sábado (02.07), no Parque de Exposições Senador Jonas Pinheiro, em Cuiabá. Neste ano, o Governo do Estado é parceiro do Fórum Nacional das Cadeias Produtivas, que ocorre de 04 a 08 de julho, uma inovação da feira que tem o objetivo de levar mais conhecimento e tecnologia ao produtor rural, além de promover o desenvolvimento regional e agregar valor à produção do campo.

O governador Pedro Taques participou da abertura e ressaltou a importância do setor agro para a economia de Mato Grosso. “Nós estamos em crise. O País está em crise. Mas é preciso falar em oportunidades. E temos buscado, na medida do possível, ajudar este setor, porque reconheço a importância do agro para a economia do nosso estado e para o nosso País. Prova disso é a balança comercial de Mato Grosso, que ano passado teve um superávit de U$13 bilhões, o que é muito significativo. São Paulo teve U$ 33 bilhões de déficit”, disse Taques.

Nesse sentido, o Fórum das Cadeias Produtivas vem ao encontro das ações da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), que busca contribuir para o crescimento do estado. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Ricardo Tomczyk, falou da parceria que pretende capacitar mais de cinco mil pessoas. “É uma iniciativa importante que visa capacitar o produtor rural nas mais diversas cadeias produtivas. Pretendemos trazer inovação, conhecimento e habilitação dos produtores rurais com as melhores tecnologias. Tecnologias que trazem mais desenvolvimento e lucratividade na produção agropecuária, soluções para driblar a crise”.

O presidente do Sindicato Rural de Cuiabá, Ricardo Arruda, falou sobre o desafio em mudar o estilo da feira. “A Expoagro tem a função natural de fomentar, agregar, buscar informação dos diversos segmentos e com o Fórum das Cadeias Produtivas será um local de saber para o produtor rural e demais participantes. Quebramos um paradigma de 50 anos do modelo de exposição. Aceitamos o desafio e estamos confiantes nos resultados”.

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, que também participou do evento, disse que está trabalhando para desburocratizar o setor e que busca contribuir com Mato Grosso. “Chegou a hora de tentar resolver muito do que eu reclamava, até 40 dias atrás”, disse ao se referir ao período em que assumiu a pasta. E completou: “É nesse sentido que eu estou fazendo minha passagem pelo ministério da Agricultura, que é a casa do agricultor e do pecuarista, é ali que temos que resolver o principais problemas e gargalos do setor”.

O governador Pedro Taques lembrou ainda do compromisso de conseguir um novo local adequado para a realização da feira agropecuária. “Para isso, contamos com o apoio do ministro Blairo Maggi e dos parlamentares da bancada mato-grossense, e coloco o secretário de Desenvolvimento Econômico, Tomczyk, para ser o interlocutor do Governo do Estado para que possamos, quem sabe na próxima Expoagro, já termos algo de concreto para mostrar a força deste setor no nosso estado”, concluiu.

Fórum das Cadeias Produtivas

O Fórum Nacional das Cadeias Produtivas começa na segunda-feira (04.07), às 9h, no auditório da Inovação, no Parque de Exposição Senador Jonas Pinheiro, em Cuiabá. O Fórum é uma realização do Sindicado Rural de Cuiabá e conta também com a parceria do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) e Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja).

Serão realizadas mais de 50 palestras e workshops nas áreas de sojicultora e milhocultura, bovinocultura de corte, piscicultura, bovinocultura de leite e olericultura, voltados para o pequeno, médio e grande produtores.

Na programação estão palestras com grandes nomes como Marcos Troyjo, Jair Kobe, Ezequiel do Valle, Fernando Rollim, Roberto Rodrigues, e outros. A inscrição é gratuita e o credenciamento será feito no estande do Governo/Sedec.

Expoagro

A 52ª Expoagro, considerada a maior Feira Agroindustrial e Comercial do Centro-Oeste, teve início no sábado (02.07) e segue até o dia 10 de julho. A Expoagro tem como foco principal a oportunidade de fechar bons negócios e interagir com produtores, empresários e profissionais dos mais diversos segmentos mercadológicos.

Fonte: Folha Max

domingo, 3 de julho de 2016

Cooperativas gaúchas comemoram resultados positivos

Contagiado pelo otimismo, o cooperativismo gaúcho comemora o saldo positivo alcançado em 2015 que resultou em um crescimento de 15,75%. O faturamento se traduz em R$ 36,1 bilhões, apresentado pelo presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, durante o “Tá na Mesa” da Federasul. Entusiasmado, o convidado projetou mais R$ 1,7 milhão em investimento ao longo de 2016 e arriscou a dizer que “o cooperativismo é a grande saída para a crise econômica vivida no Brasil”.

Ele atribuiu o desempenho à união dos associados. Na mesma linha, a presidente da Federasul, Simone Leite, completou dizendo que “os resultados são a garantia de que todos estão envolvidos pelo sentimento de pertencimento. Palavra que também é sinônimo da nossa gestão”.

Na ocasião, o Sistema Ocergs-Sescoop/RS destacou números de cinco ramos de atuação, sendo eles, agropecuário com crescimento de 11,6%, o de crédito alcançou o incremento de 33,8%, da saúde que chegou aos 18%, de infraestrutura bateu 8,2% e o de transporte ficou na casa dos 35,5%. “Os indicadores reforçam a eficiência da economia das cooperativas gaúchas”, avaliou o presidente Perius.

No horizonte do setor são poucas as dificuldades elencadas pelo presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, no entanto, a que ganha maior destaque são as poucas políticas públicas voltadas para atender as necessidades das cooperativas. Nada que tenha impedido que nos últimos seis anos o cooperativismo registrou expansão de 94,6%.

Compõem o universo das cooperativas no RS 58,8 mil empregos diretos, 434 cooperativas e 2,7 milhões associados. Segundo Perius, os salários praticados são 28,1% maiores do que os oferecidos pelo setor privado. “Os números colocam o RS em terceiro lugar no ranking nacional, perdendo apenas para São Paulo e Paraná”, finalizou.

Competitividade será o tema central do 6º Congresso Brasileiro de Fertilizantes

Evento, promovido pela ANDA, será realizado dia 29 de agosto, em São Paulo, e reunirá diversos especialistas para analisar os fatores críticos a serem endereçados na cadeia produtiva para uma competitividade sustentável e o papel dos fertilizantes nesta equação


Com a presença das mais destacadas lideranças políticas, setoriais e econômicas ligadas ao agronegócio brasileiro, a ANDA – Associação Nacional para Difusão de Adubos promoverá, no dia 29 de agosto de 2016, no Hotel Renaissance, em São Paulo, o 6º Congresso Brasileiro de Fertilizantes. Tendo como tema principal “Competitividade”, o evento vem se consolidando como um dos mais importantes do segmento de agronegócios no Brasil e sempre atrai o interesse de empresários, executivos, especialistas, agrônomos e demais profissionais da área, assim como políticos sintonizados com o segmento que tem se mantido como alicerce da economia brasileira.

No Painel que abre o Congresso, o ex-secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, André Nassar trata do tema Competitividade da Agropecuária Brasileira no Atual Cenário. Na sequência será feito o lançamento da Nutrientes Para a Vida (NPV), uma iniciativa mundial, criada nos Estados Unidos e já implantada em vários outros países, cuja missão é esclarecer e informar a sociedade brasileira, com base em estudos científicos, sobre a importância e os benefícios dos fertilizantes na produção e qualidade dos alimentos, bem como sobre sua utilização adequada.

Fundamentada em critérios científicos comprovados, a NPV estimula e promove a “Gestão 4C dos Nutrientes”, pautada em quatro princípios básicos: fonte certa, dose certa, época certa e local certo, de maneira a assegurar que não haja problemas de desequilíbrio no solo. O Painel no qual será feito o lançamento da iniciativa terá como palestrantes: José Luiz Tejon, diretor do Núcleo de Estudos de Agronegócio da ESPM; e Luis Ignácio Prochnow, coordenador do Grupo de Trabalho Nutrientes Para a Vida (NPV) e diretor do Programa IPNI no Brasil.

Entre os painéis, será prestada homenagem ao professor, executivo e empresário Wladimir Antônio Puggina
, que será feita pelo presidente do Conselho de Administração da ANDA, George Wagner Bonifácio e Sousa. Na retomada dos trabalhos, o superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Daniel Latorraca Ferreira fala sobre Perspectivas para a Agropecuária Brasileira para os Próximos 5 Anos. O evento será encerrado com uma palestra do consultor Ivan Wedekin, diretor da Wedekin Consultores e presidente da Câmara de Crédito e Comercialização do MAPA, tratando do tema Crédito Rural: Oportunidades, Riscos e Competitividade no Agronegócio.

Consolidado como referência no segmento de fertilizantes, o Congresso da ANDA já faz parte da agenda das principais lideranças do agronegócio, assim como dos formadores de opinião do País.

Serviço
6º Congresso Brasileiro de Fertilizantes
Data – 29 de agosto de 2016
Local – Renaissance São Paulo Hotel – Alameda Santos, 2233 – São Paulo
Horário – das 9h00 às 18h30
Mais informações: www.anda.org.br


SENAR/MS integra produção de leite e hortifruti no dia de campo realizado em Coxim

Um dos eventos mais aguardados na 3ª Feira do Agronegócio da região norte, que será promovida em Coxim, é o dia de campo do SENAR/MS – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, que irá apresentar informações integradas dos programas Mais Leite e Hortifruti Legal. O número de vagas é limitado a 240 participantes e as inscrições devem ser feitas antecipadamente no sindicato rural do município.

Os programas são vertentes de atendimento na metodologia de ATeG – Assistência Técnica e Gerencial, implantada desde 2014 em Mato Grosso do Sul com objetivo de promover o desenvolvimento profissional, técnico e produtivo dos produtores rurais. Assim como em outras edições, o evento segue o formato que divide os assuntos por tendas, nas quais são apresentadas palestras sobre manejo com animais e cultivo de frutas.

Mais Leite - Segundo a coordenadora regional, Bruna Bastos, o giro tecnológico de bovinocultura de leite promovida em Coxim é o terceiro realizado pelo SENAR/MS em 2016. “Nossa programação incluiu Jardim, Dourados e agora Coxim com lotação de vagas oferecidas em todas as edições. Para encerrar o ciclo de apresentações iremos realizar o próximo encontro em Sidrolândia, no mês de setembro”, revela.

O programa Mais Leite está presente em 34 municípios de Mato Grosso do Sul e atende 850 famílias que têm na atividade leiteira a principal fonte de renda. Com objetivo de desenvolver a cadeia produtiva no estado, o SENAR/MS disponibiliza técnicos de campo que prestam serviço de assistência técnica no período de dois anos.
Hortifruti Legal – Com a mesma metodologia de atendimento, o programa tem a finalidade de apresentar aos 276 produtores assistidos, em 11 municípios do Estado, soluções técnicas para produção, mercado, processamento e comercialização de diversos cultivos no segmento de hortifrutigranjeiros.

Na avaliação do coordenador, Francisco Paredes, os eventos promovidos pelo Estado demonstram o interesse e o desejo de aprender dos produtores que sobrevivem da atividade agrícola. “Em abril deste ano promovemos um dia de campo no município de Figueirão e a procura foi muito boa, com participação de 150 produtores ávidos por conhecimento e apoio técnico. O Hortifruti Legal é um método com condições de reverter o cenário da produção de vegetais, frutas e folhosas em Mato Grosso do Sul, que atualmente importa 85% do que é consumido aqui”, reforça.

Serviço - A programação do evento começará às 7h no Parque de Exposições de Coxim e termina ao meio dia. As estações tecnológicas oferecidas pelas duas atividades rurais estão previstas para terminar ao meio dia. Maiores informações sobre o dia de campo podem ser adquiridas no sindicato rural do município, no telefone (67) 3291-1453.

Fonte: Senar - Serviço Nacional de Aprendizagem Rural