segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Exportações de mamão crescem 17,9% em 2014


Rio Grande do Norte foi destaque puxando alta das vendas internacionais da fruta


As exportações brasileiras de mamão cresceram 17,9% em 2014. As vendas da fruta para o mercado externo totalizaram 33.688 toneladas ante as 28.561 toneladas no ano anterior. A receita gerada neste ano foi de US$ 47.058.855 superior 12,5% comparada a 2013, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

A elevação das exportações nacionais pode ser creditada ao destaque do Rio Grande do Norte que exportou uma quantidade de mamão 56,5% superior alcançando 7.156 toneladas e gerando receita de US$ 8.634.414. O Estado alcançou o segundo lugar no ranking dos estados exportadores superando a Bahia que exportou 6.966 toneladas com pequena elevação sobre 2013. O maior exportador da fruta continua sendo o Espírito Santo que, em 2014, comercializou no exterior 12.911 toneladas de mamão e receita de US$ 20.048.330 e também registrou pequeno crescimento em relação ao ano anterior.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Papaya (Brapex), Rodrigo Martins, o crescimento das exportações do RN está relacionado principalmente devido a ótima qualidade do mamão formosa produzido na região da Chapada do Apodi e pelo aumento da demanda e preferência dos compradores externos pela variedade. “A questão logística também é outro fator importante, pois as plantações de mamão do estado estão localizadas muito próximas aos principais portos de exportação (Natal e Fortaleza), viabilizando a exportação por via marítima, fazendo com que a fruta chegue mais competitiva no mercado externo e consequentemente aumentando os volumes de fruta exportada”, destaca Martins.

Fonte: Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Papaya - Brapex

Cooperativa goiana comercializa 10 toneladas de polpa de frutas para merenda escolar


                                              Foto: Tamires Koop/MDA

Sucos de frutas da agricultura familiar marcaram presença na alimentação das crianças de Formosa (GO), em 2014. Apenas a Cooperativa Mista do Vale da Esperança, localizada no município goiano, forneceu 10 toneladas de polpas de frutas para escolas da região. A expectativa para 2015 é dobrar a produção e aumentar o leque de compradores. Atualmente, além do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), a cooperativa também vende os produtos para outro programa de compra do Governo Federal, o de Aquisição de Alimentos (PAA).

A presidente da cooperativa, Divina Dias Borges, afirma que a agroindústria pode aumentar a produtividade, desde que haja demanda. “Nós fazemos polpas de maracujá, acerola e outras frutas mais comuns. Estamos começando agora os testes com frutos do cerrado, como mangaba e cagaita, para saber se serão bem aceitas na alimentação escolar”, conta ao salientar que caso os alunos aprovem os novos sabores a cooperativa começará a produzir.

Em conjunto com outras quatro assentadas da reforma agrária, Divina fundou a cooperativa em 2008. Atualmente, com a venda das polpas, a renda bruta anual chega a R$ 100 mil.

Ao todo, cerca de 50 associados fornecem as frutas para a Cooperativa Mista do Vale da Esperança processá-las e transformá-las em polpas de frutas. “Os integrantes estão satisfeitos com o salto de qualidade de vida que tivemos. Antes, todo mundo saía desorganizado para vender. Era um vai e vem e ninguém tinha dinheiro suficiente. Hoje, tiramos um dinheiro a mais, estão todos muito satisfeitos”, avalia Divina.


Fonte: João Paulo Biage
Ascom/MDA

Brapex apresenta demandas do setor do mamão para Kátia Abreu


A Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Papaya (Brapex) apresentou as principais demandas do setor do mamão nacional à Ministra da Agricultura, Kátia Abreu, na quarta, dia 21, na sede do Ministério, em Brasília, durante reunião convocada pelo órgão para levantar as pautas do segmento da fruticultura.

O diretor executivo da Brapex, Franco Fiorot, entregou um documento e pontuou para a ministra as reivindicações mais prioritárias da atividade do mamão.

- Precisamos urgentemente solucionar a questão da falta de fiscais que atuam no processo de exportação de mamão para os EUA que pode comprometer a eficiência das empresas e a consequente exportação das frutas. Outro ponto é a questão do registro de defensivos que atendam as necessidades dos produtores de frutas em geral - informou.

Fiorot ainda destacou a importância de o governo federal coordenar um programa nacional de controle das viroses do mamão e investir em laboratórios.

- O prejuízo do segmento com o ataque das viroses é significativo e pode até inviabilizar a cultura em determinada região. O Ministério pode liderar esse programa integrado com os Estados produtores e com a Brapex para que possamos diminuir as perdas. Além disso, solicitamos o investimento em laboratório para análises de doenças e de resíduos - afirmou o diretor executivo da Brapex.

Fonte: Canal Rural

Faesp orienta setor produtivo de SP sobre uso consciente da água

Objetivo é atenuar efeitos da crise de abastecimento vivida pelo estado.
Federação cobrou ainda alterações na política agrícola.

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) afirmou nesta sexta-feira (23) que está orientando produtores para o uso consciente da água na irrigação. O anúncio foi feito após declarações de que o governo de São Paulo deverá restringir o uso da água na agricultura, em meio à grave crise de abastecimento no estado.

Em nota, o presidente da Faesp, Fábio Meirelles, afirmou que a entidade lançou, em agosto de 2014, o Pacto pela Água, com a participação de 26 sindicatos rurais dos municípios das bacias PCJ (Piracicaba, Capivari, Jundiaí). O objetivo seria tomar providências para atenuar a crise hídrica, "por meio de orientação aos usuários de água do meio rural".

A Faesp cobrou ainda alterações urgentes na política agrícola, com seguro rural como eixo central da política.

Fonte: G1-Globo Rural

Agricultores utilizam energia solar na produção de frutas secas

Durante as colheitas é muito comum ocorrer o desperdício de frutas, pois no intervalo entre a pós-colheita e a entrega aos consumidores finais os alimentos podem apodrecer.

Uma alternativa muito utilizada pelos agricultores é a transformação em frutas secas por meio da exposição ao sol ou secador elétrico. No entanto, essas secagens fazem com que as frutas não tragam o máximo de retorno financeiro e nutricional.

Para minimizar as possíveis perdas agrícolas, a Bayer MaterialScience desenvolveu uma secadora solar ecológica que produz frutas secas com melhor valor nutricional.

O secador é feito com folhas de policarbonato Makrolon, que transmitem alta incidência de luz do sol. Além disso, o sistema de policarbonatos é um bom isolante térmico, secando as frutas apenas com a energia solar, sem necessidade de energia adicional.As folhas do policarbonato são leves e tem ótima durabilidade.
A tecnologia da nova secadora ecológica traz aos agricultores uma nova forma de investimento financeiro, pois além de produtos agrícolas, eles também poderão desidratar outros alimentos.

Fonte: Portal Brasileiro de Energia Solar

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Estiagem ajuda na safra de abacaxi e colheita é antecipada no Sul de Santa de Catarina

O calor e a falta de chuvas que ocorreram na região Sul de Santa Catarina, no mês de novembro, prejudicaram a produção de melancias e milho. Porém, as altas temperaturas ajudaram os produtores de abacaxi. E os bons resultados da safra, acabaram antecipando a colheita.
O abacaxi precisa do calor para se desenvolver, e com as temperaturas mais elevadas, a fruta cresce ainda melhor na região de Jaguaruna, no Sul catarinense. Uma propriedade de 40 mil pés, com plantio em épocas diferentes, têm expectativa de colher 20 mil frutas nesta safra e o sol, que é importante para a planta, não pode incidir diretamente no fruto.
O engenheiro agrônomo, e filho de produtores, Antônio Correia Garcia, explica que, um mês antes da colheita, os abacaxis são protegidos. "No caso do abacaxi, que é uma fruta tropical, o calor ajuda e muito no crescimento e maturação. Aqui ocorre alguns danos, principalmente pela radiação solar direta e, por isso, a gente faz a tapação manual dos frutos.
Os efeitos da estiagem também anteciparam a colheita, que veio em boa hora, já que, com o fluxo de turistas na região, as vendas aumentam. "Nesse ano, com as temperaturas mais altas, acelerou a maturação das frutas. Então aproveitamos que Jaguaruna têm aumento de turistas nessa época do ano, o que possibilitou pra gente vender boa parte da produção aqui mesmo", conta Antônio.

Há 12 anos, a família de Antônio decidiu investir na produção orgânica dos abacaxis. O que começou como uma tentativa de se manter na agricultura, acabou se tornando um estilo de vida. O engenheiro conta que o cuidado com a produção é diário para conseguir entregar as frutas sem agrotóxicos.

"É pela preocupação do consumidor em não adquirir produtos sem contaminação que a gente trabalha. É uma coisa que vale a pena porque a demanda é muito grande, só que falta gente pra produzir. Para trabalhar com orgânicos você tem que gostar e se dedicar pra isso", enfatiza o rapaz.

O produto certificado é procurado fora do estado, cerca de 80% da produção vai para cidades como São Paulo e Curitiba, onde é bastante valorizado. Além do sabor mais doce, a produção têm menor impacto ambiental. Maria das Dores Correia Garcia, produtora, e mãe de Antônio, conta que o produto orgâncio trouxe benefícios para a família.

"A gente trabalha com os microorganismos trabalhando pra gente, o que é mais natural. A cada ano ele aumenta, nossos abacaxis tinham um peso de 800 gramas, hoje já trabalhamos com 1 quilo e meio. É bom saber que tu estás colocando na mesa de alguém que vai se satisfazer também por ser um produto saudável", ressaltou a produtora.

Fonte: G1 SC

O Ministerio da Integração Nacional e Instituto Brasileiro de Frutas discutem fruticultura irrigada



O Brasil é um dos países mais competitivos do setor. Irrigação é essencial para o cultivo de frutas em alta produtividade.



O secretário nacional de Irrigação do Ministério da Integração Nacional (MI), Pedro Mousinho, se reuniu, nessa quarta-feira (21/1), em São Paulo (SP), com o presidente do Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf), Moacyr Saraiva Fernandes. Durante o encontro, foram abordados assuntos referentes à fruticultura irrigada no País e às demandas do setor. 



A irrigação é essencial para o cultivo de frutas em alta produtividade, pois a fruticultura irrigada não depende do regime de chuvas, o que auxilia a capitalização dos fruticultores. Conforme informações da Ibraf, os avanços tecnológicos da atividade, com sistemas baseados em fertirrigação e microaspersão com controles automáticos, além de técnicas sofisticadas de produção, colheita e pós-colheita, inseriram o Brasil no grupo dos países mais competitivos na área de fruticultura.



O maior polo de fruticultura irrigada do Brasil está situado no Vale do Submédio São Francisco, que abrange Bahia, Minas Gerais e Pernambuco - o forte é a produção de uvas e mangas. O Rio Grande do Norte é o segundo maior produtor de frutas tropicais irrigadas e o principal produtor e exportador de melão do País. 



Secretaria Nacional de Irrigação



A Secretaria Nacional de Irrigação (Senir) do Ministério da Integração Nacional tem como principal objetivo configurar um sistema de gestão para a agricultura irrigada, articulando os órgãos que interagem no setor, apoiando a iniciativa privada e otimizando as áreas públicas como instrumentos de desenvolvimento de regiões menos favorecidas. O órgão também tem a atribuição de promover a irrigação como instrumento de eficiência na produção agrícola e erradicar a pobreza com a geração de emprego e renda.

Fonte:  IBRAF e Ministério da Integração Nacional




Qualidade da fruticultura valinhense é avaliada em exposição de frutas


Foto: Divulgação Festa do Figo

A qualidade da fruticultura de Valinhos/SP é avaliada na exposição de frutas realizada semanalmente na 66ª Festa do Figo e 21ª Expogoiaba, que prossegue até o dia 1 de fevereiro no Parque Municipal ‘Monsenhor Bruno Nardini’, em Valinhos.

A disputa entre os produtores é acirrada, afinal a competição conta com o que há de melhor nas frutas: figo roxo, goiaba e uva. São 42 produtores participantes, 39 de Valinhos, dois de Louveira e um de Vinhedo.

As frutas são avaliadas semanalmente, durante três finais de semana, por uma comissão formada por agrônomos e produtores rurais, nos critérios: embalagem, uniformidade do tamanho da caixa, tamanho das frutas e coloração.

Vence a competição quem somar o maior número de pontos. 

Confira no site do evento a relação dos três mais pontuados no primeiro final de semana, nas categorias figo roxo, goiabas branca e vermelha e menção honrosa.

Fonte: Festa do Figo

Lei proíbe o uso de substâncias químicas para amadurecimento de frutas em Manaus

A partir de agora fica proibido o uso de carbureto de cálcio (CaC2) e substâncias químicas similares no processo de amadurecimento de frutas em Manaus.

A Lei 1.945 foi sancionada pelo prefeito Arthur Virgílio Neto e publicada no Diário Oficial do Município (DOM) da última segunda-feira, 15.

De autoria do vereador Sildomar Abtibol (PRP), a medida defende o processo de maturação normal das frutas.

O carbureto de cálcio é bastante usado no cultivo de tucumã, banana, papaia, manga, abacaxi e outros frutos. Estudos recentes levantam a hipótese de que o produto pode ser nocivo à saúde, contendo substâncias cancerígenas.

De acordo com a Lei, a empresa, produtor autônomo e quaisquer pessoas identificadas como fornecedores, e ainda, os estabelecimentos comerciais distribuidores que forem flagrados vendendo frutas amadurecidas pelo uso do CaC2 serão multados.

A multa terá valor mínimo de 15 Unidades Fiscais do Município de Manaus (UFMs), triplicando o valor no caso de primeira reincidência e cassação do Alvará de Funcionamento, em caso de uma segunda reincidência.

Fonte: Revista Fama Amazônica

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Saiba sobre as vantagens de consumir castanhas, nozes e amêndoas diariamente

Foto: Blog da Saúde - (Crédito Volosina )
Apesar de pequenas no tamanho, as castanhas, as nozes e as amêndoas são grandes fontes de minerais, vitaminas, fibras e gorduras saudáveis. De acordo com o Guia Alimentar da População Brasileira elaborado pelo Ministério da Saúde, esses alimentos, também conhecidos como oleaginosas, são excelentes opções para refeições rápidas, pois não exigem nenhum preparo prévio. No entanto, a nutricionista do Hospital Federal da Lagoa, no Rio de Janeiro, Nathália Canteiro, explica que as oleaginosas não devem ser consumidas em grande quantidade. "Essas gorduras são boas para o organismo e elas podem fazer parte da nossa alimentação. Elas são ricas em ácidos graxos, que são principalmente ômega 3, ômega 6, que são essenciais para o nosso organismo, mas também não devem ser consumidas em grande quantidade. A castanha do Pará ou do Brasil, exige um consumo de duas unidades ao dia, porque ela é muito rica em selênio e com essas duas unidades a gente já consegue contemplar a recomendação diária. O que a gente não recomenda é que se consuma mais do que um punhado delas por dia, porque elas não deixam de ser calóricas. Elas são saudáveis, mas têm muitas calorias".

A servidora pública, Lúcia Magalhães, adotou as oleaginosas como opção de refeição prática e saudável. "Fui primeiro no endócrino e ví que estavam alterados alguns exames e o peso e fui recomendada a procurar uma nutricionista e ela me recomendou a dose diária dessas castanhas. Uso a castanha, as amêndoas, pela facilidade e a qualidade delas. Tanto trago na bolsa, quanto deixo no trabalho, deixando de lado os biscoitos, e é muito bom."

A nutricionista do Hospital Federal da Lagoa, Nathália Canteiro, explica ainda que as oleaginosas são ótimas opções para prevenir o envelhecimento precoce. "Como elas são ricas nesses ácidos graxos, eles têm funções antioxidante no organismo. O que vai ajudar num melhor funcionamento na imunidade da pessoa e no combate aos radicais livres. Elas podem ser utilizadas também em preparações, não só consumir como são, mas em algumas preparações elas são bem vindas. "

A promoção da alimentação saudável faz parte da Política Nacional de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde. Para saber mais acesse o Guia Alimentar para a População Brasileira.

Fonte: Diane Lourenço/ Agência Saúde