quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Manga e alface estão mais em conta, diz Ceagesp

Outros preços em baixa são espinafre, chicória, laranja e tomate.
Mamão formosa, limão taiti e ovos estão mais caros.




A Companhia de Entreposto e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) divulgou a lista de produtos com os preços no atacado em baixa, estáveis ou em alta nesta semana. Veja abaixo:

Preços em baixa
Morango, manga tommy, abacate margarida, carambola, laranja pera, laranja lima, coco verde, tomate carmem, batata doce rosada, beterraba, cenoura, gengibre, inhame, mandioca, abóbora moranga, espinafre, brócolis ninja, pepino comum, chuchu, chicória, alfaces, coentro, escarola, rúcula, couve manteiga, alho porró, repolho, acelga, nabo, cenoura com folha, salsa, cebolinha, milho verde, cebola nacional e canjica.

Preços estáveis
Tangerina murcot, melão amarelo, laranja seleta, manga palmer, banana nanica, atemoia, maracujá azedo, caju, lima da pérsia, acerola, graviola, cara, batata doce amarela, tomate pizzad’oro, abóbora japonesa, abóbora paulista, abobrinha italiana, brócolos comum, beterraba com folha, erva doce, couve-flor, rabanete e batata lavada.

Preços em alta
Mamão formosa, limão taiti, banana prata, uva niágara, pinha, figo roxo, goiaba vermelha, maçã nacional, maçã importada, pera importada, manga hadem, pepino japonês, abóbora seca, abobrinhas brasileira, pimentões vermelho e amarelo, ervilha torta, quiabo liso, mandioquinha, vagem macarrão, rabanete, alho argentino e ovos.

Ministro da Agricultura conhece Centro Moscasul na Embrapa Uva e Vinho

Primeiro local visitado pela comitiva foi o Centro Moscasul, onde o ministro anunciou duas importantes medidas


O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, visitou nesta semana o Centro de Controle Biológico e Manejo Integrado da Mosca-das-Frutas (Centro Moscasul), na Estação Experimental de Fruticultura de Clima Temperado da Embrapa Uva e Vinho, em Vacaria (RS). Nos dias 9 e 10, ele conheceu o dia a dia da produção e comercialização de maçãs nos principais polos da pomicultura no País, acompanhado por uma comitiva com o presidente da Embrapa, Maurício Lopes. O grupo foi recebido por autoridades e lideranças setoriais em Vacaria (RS) e São Joaquim (SC).

O primeiro local visitado pela comitiva foi o Centro Moscasul, onde o ministro anunciou duas importantes medidas. A primeira foi a assinatura da liberação de R$ 506 mil dos recursos faltantes para o início da operacionalização do Centro, totalizando R$ 2 milhões aportados pelo governo. O segundo anúncio foi a não importação de maçãs da China, por questões fitossanitárias. "Neste momento não há possibilidade da importação de maçã da China, pois existem pragas lá que não queremos que venham atrapalhar a nossa cultura", afirmou.

Ainda na solenidade, foram assinados dois documentos relacionados à operacionalização do Centro Moscasul, previsto para começar a funcionar em setembro. O primeiro, um protocolo de intenções entre Embrapa, Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM), Associação Gaúcha dos Produtores de Maçã (Agapomi), Sindicato da Indústria de Doces e Conservas Alimentícias de Pelotas (Sindocopel) e Associação dos Produtores de Pêssego da Região de Pelotas (APPRP), para operacionalizar recursos do setor privado. Já o segundo foi um convênio de cooperação técnica entre a Embrapa e o Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena/USP), que será responsável pelo fornecimento dos insetos estéreis para o projeto.

Sobre a instalação do Centro Moscasul e o combate à mosca-das-frutas, Maurício Lopes elogiou a parceria público-privada entre o Ministério da Agricultura, a Embrapa, as associações de produtores e o setor privado, como forma de viabilizar a ação. "Está sendo previsto o uso de tecnologia de ponta, de baixo impacto ambiental, com uso do inseto estéril que, combinado com o controle biológico, vai permitir uma produção de frutas com menor custo e baixo impacto ambiental, fortalecendo cada vez mais nossa competitividade", pontuou o presidente.

Lopes aprovou a estrutura do Moscasul, pelo uso de containers modulares, de menor custo e móveis, um modelo inovador e mais inteligente de fazer pesquisa, adaptação e transferência de tecnologia. "A produção de maçã vai demandar cada vez mais conhecimento e tecnologia de ponta. O setor produtivo aqui entende isso. Eles vêm para dentro da nossa estação, nós vamos aos pomares deles e isso dá ao pesquisador um senso de praticidade, com mais solução e rapidez", destacou.

O chefe-geral da Embrapa Uva e Vinho, Mauro Zanus, apresentou o histórico e a estruturação do Centro Moscasul. Além da base física na Estação Experimental de Fruticultura de Clima Temperado da Embrapa Uva e Vinho, em Vacaria (RS), também terá três núcleos de apoio: em Pelotas (RS), Porto Alegre (RS) e São Joaquim (SC), visando ampliar o alcance da iniciativa. A liderança é do pesquisador Adalécio Kovaleski.

Além dos pronunciamentos do secretário estadual da Agricultura, Ernani Polo, representando o governador do Rio Grande do Sul, de Maurício Lopes e do diretor-executivo da ABPM, Moisés Lopes de Albuquerque, os deputados federais Afonso Hamm e Jerônimo Goergen, defensores da causa do Moscasul, fizeram um breve pronunciamento a pedido do ministro.

Dia de campo

Na primeira agenda da tarde, a comitiva participou de um dia de campo na Agropecuária Schio, onde os pesquisadores Fernando José Hawerroth e Gilmar Nachtigall apresentaram os experimentos com diferentes coberturas de tela antigranizo e o uso da irrigação, parceria que também conta com o apoio da empresa Polysack telas agrícolas. O granizo é um dos eventos meteorológicos de maior impacto na produção de frutas. "Embora seja uma solução de alto custo, tem alta eficiência quando adequadamente aplicada e, para seu uso mais amplo, requer políticas específicas de crédito agrícola para os produtores", ponderou Hawerroth. Já Nachtigall destacou os importantes resultados obtidos com a irrigação por gotejamento nos cinco ano sde pesquisas realizadas."Conseguimos obter uma maior altura nas plantas, maior número de ramos, antecipação na produção e possibilitar condições para maior produtividade e qualidade", comentou Nachtigall.

Encerrando a parte técnica da visita ao setor da pomicultura, o empresário Raul Randon e a direção da RAR-Rasip apresentaram à comitiva a estrutura de packing e armazenamento, onde as maçãs são classificadas e conservadas em câmaras frias. Durante a visita, o ministro fez diversos questionamentos e registros do processo em seu celular.

Além das autoridades da comitiva, a passagem de Maggi por Vacaria foi acompanhada pelo prefeito da cidade, Elói Poltronieri, o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Carlos Sperotto, o presidente da Agapomi, Eliseu Zardo Boeno, o chefe-geral da Embrapa Clima Temperado (Pelotas, RS), Clenio Pillon, e outras autoridades gaúchas e catarinenses.

Fonte: Embrapa

Congresso Internacional abordará a sustentabilidade da Citricultura

São esperados cerca de 1 mil participantes de mais de 20 países

Será realizado entre 18 e 23 de setembro, em Foz do Iguaçu, o Congresso Internacional de Citricultura 2016 (ICC 2016). O evento acontece a cada quatro anos e depois de 32 anos voltará a ser realizado no Brasil. O ICC é um evento da Sociedade Internacional de Citricultura, e no País está sendo organizado pelos Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR) e Instituto Agronômico (IAC), com apoio da Fapeagro – Fundação de Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento do Agronegócio. Todos os detalhes do evento estão disponíveis no site: www.icc2016.com.

Nesta edição, o tema central do congresso será “Citricultura Sustentável: o papel do conhecimento aplicado”, com palestras, sessões científicas, workshops e eventos paralelos que abordarão o processo produtivo. “Precisamos produzir adequadamente, de forma que dê lucro, mas que mantenha a produtividade”, pontua Eduardo Fermino, pesquisador do Iapar e um dos coordenadores do congresso ao lado de Dirceu de Mattos Jr., do IAC.

Ele ressalta que dentro desse tema serão abordados, por exemplo, o uso racional de agrotóxicos, mecanização agrícola e OGM (organismos modificados geneticamente). Segundo o pesquisador, o congresso tem como foco o setor científico, com a apresentação de trabalhos de vários países, e o setor produtivo (indústria e produtores), com a realização de workshops e eventos paralelos. “São temas pertinentes para a maioria das regiões produtoras no mundo”, frisa Mattos. Entre os principais países produtores de citros no mundo estão Brasil, Estados Unidos e China.

São esperados cerca de 1 mil participantes de mais de 20 países. Sobre a organização do evento, Fermino ressalta a relevância de se realizar um evento desse porte no Brasil. Além disso, destaca a importância de ter uma Fundação como a Fapeagro colaborando na organização do congresso. “É importante para agilizar, flexibilizar e dar segurança no trato com os recursos”.

Para a Fapeagro, com 20 anos de atuação gerenciando projetos e eventos na área do agronegócio, colaborar na organização do ICC 2016 tem sido motivo de orgulho, uma vez que um evento dessa envergadura exige experiência, competência e estratégias. “A Fapeagro tem um papel de facilitadora e apoiadora nesse processo organizacional, permitindo que sejam debatidos e difundidos temas de extrema importância para a citricultura do Brasil e do mundo”, pontua Antonio Carlos Rodrigues da Silva, diretor presidente da Fapeagro.

Ainda, o diretor técnico da fundação, Áureo Lantmann, observa que se trata de um evento que envolve um universo de pessoas especializadas e que vai oferecer no mesmo ambiente “conhecimento, novidades e informações para toda a cadeia produtiva”. 

Mercado de defensivos agrícolas deve atingir US$ 70,57 bilhões em 2021

O mercado de defensivos agrícolas deve atingir o valor de US$ 70,57 bilhões até 2021, crescendo a uma CAGR (taxa composta de crescimento anual) de 5,15% A projeção é de relatório da Consultoria MarketsandMarkets divulgado nesta semana no Portal Agropages.

As razões para esse exponencial crescimento no setor de proteção de cultivos é a necessidade garantir segurança alimentar em um cenário de aumento populacional mundial. Outros fatores relevantes são a evolução para novas práticas e tecnologias agrícolas e o aumento das perdas com infestações de pragas.

Também influem nesse mercado algumas tendências como a maior procura por defensivos biológicos e o aumento da aceitação e emprego do Manejo Integrado de Pragas (MIP) pelos agricultores. O relatório da Consultoria MarketsandMarkets aponta ainda grandes oportunidades nos países em desenvolvimento.

Em relação às categorias, o mercado de defensivos agrícolas segue sendo liderado pelos herbicidas, seguidos pelos insecticidas e fungicidas. Os produtos para o controle de plantas daninhas deve continuar sendo a categoria de maior crescimento no mercado de produtos químicos para proteção de cultivos, devido às grandes perdas registradas e a alta eficácia dos herbicidas.

A América do Sul deve continuar sendo um dos principais mercados mundiais consumidores de produtos para a proteção de cultivos, com uma maior conscientização acerca da necessidade dos defensivos. No entanto, o relatório aponta que a Ásia deve crescer e assumir a liderança nos próximos cinco anos, com grandes investimentos de fabricantes multinacionais na região. 

Fonte: Agrolink

Alimentos pressionam e inflação volta a subir, atingindo 8,74% em um ano

Dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)


Os preços dos alimentos continuaram a pressionar a inflação. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, voltou a subir ao passar de 0,35% para 0,52% entre junho e julho deste ano, uma alta de 0,17 ponto percentual no período.

Os dados foram divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e indicam que, com a alta de julho, a taxa acumulada nos últimos doze meses (a inflação anualizada) ficou em 8,74%, abaixo, no entanto, dos 8,84% relativos aos doze meses imediatamente anteriores: 0,1 ponto percentual.

Nos primeiros sete meses do ano (janeiro/julho) a inflação medida pelo IPCA acumula alta de 4,96%, resultado também inferior aos 6,83% de igual período de 2015. Neste caso, a queda é bem maior do que a taxa anualizada: 1,87 ponto percentual. Em julho de 2015, o IPCA registrou variação de 0,62%.


Fonte: Olhar Direto

Cuidados com o cancro cítrico devem ser redobrados durante a colheita

Com o início da safra e o aumento de atividades no pomar por conta da colheita, é preciso redobrar os cuidados para não deixar o cancro cítrico entrar na propriedade.

Apesar do período de sobrevivência da bactéria do cancro cítrico ser relativamente curto em maquinários e equipamentos, a disseminação por meio deles é muito comum e ocorre quando são utilizados em plantas doentes molhadas e, em seguida, em plantas sadias. Para reduzir o risco da entrada da bactéria no pomar ou que a doença passe de um talhão para o outro, é essencial a utilização de equipamentos próprios para a colheita, a desinfestação de caixas, sacolas, escadas e a higienização das mãos, sapatos e roupas dos colhedores.

Os produtos utilizados para a desinfestação de veículos, equipamentos e ferramentas são à base de amônia quaternária e hipoclorito de sódio. Já o digluconato de clorohexidina é indicado para aplicação nas mãos. Na entrada e pontos de acesso à propriedade é indicada a instalação de arco-rodolúvio para a desinfestação de carros, caminhões, ônibus de trabalhadores e implementos. Os condutores e visitantes devem ser orientados a passar pelo pedilúvio para lavar as mãos e os calçados.

Outra estrutura que ajuda é o bin para o recolhimento das frutas colhidas, o que evita a entrada de caminhões no interior da propriedade, para evitar a disseminação por meio de restos vegetais contaminados em carrocerias de caminhão.

A priorização da colheita de áreas sem histórico da doença para aquelas com ocorrências prévias auxilia na prevenção. O mesmo princípio deve ser seguido nas atividades mecanizadas, como inspeção com plataformas e pulverização.

Além dos cuidados durante a colheita, é preciso realizar inspeções constantes e a erradicação imediata das plantas doentes. Também é indicado o uso de mudas sadias, instalação de quebra-ventos e aplicação protetiva de cobre.

Confira matéria completa na edição 30 da Revista Citricultor:http://bit.ly/2bcxWca

Fonte: Fundecitrus

Ministro assina protocolo com setor privado para apoiar atuação da Embrapa na área de fruticultura

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, assinou nesta terça-feira (9), em Vacaria (RS), protocolo de intenções destinado a operacionalizar recursos do setor privado para dar suporte às ações do Centro de Controle Biológico e Manejo Integrado da Mosca das Frutas (Centro Moscasul), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

A cooperação envolve a Embrapa, Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM), Associação Gaúcha dos Produtores de Maçã (Agapomi), Sindocopel e Associação dos Produtores de Pêssego da Região de Pelotas. O presidente da Embrapa, Maurício Antônio Lopes, e representantes das quatro entidades do setor de fruticultura participaram da assinatura do protocolo.

Em sua visita ao Sul do país, o ministro também anunciou a liberação de R$ 506,9 mil para conclusão do Centro Moscasul. Blairo também disse que, em setembro, irá à Índia participar da reunião dos Brics e começar as negociações para a abertura do mercado indiano às exportações brasileiras de maçã.

O ministro visitou ainda um pomar com telas de proteção contra granizo. Parte da tecnologia foi desenvolvida pela Embrapa. As telas também garantem melhor coloração às maçãs.

Nesta quarta-feira (10), Blairo vai ao município de São Joaquim, grande produtor da fruta de Santa Catarina.


terça-feira, 9 de agosto de 2016

Doodle Fruit Games é o novo jogo do Google para as Olimpíadas Rio 2016

Frutas viram atletas em competição virtual no Doodle do Google



As frutas são tão importantes que o Google criou um jogo para celebrar as Olimpíadas: o Doodle Fruit Game, que se passa no Rio de Janeiro, durante as competições da Rio 2016. A proposta é fazer uma versão adaptada dos jogos olímpicos que tem frutas (abacaxi, morango, melancia, limão, entre outros) como atletas. Para jogar é preciso ter o aplicativo de buscas instalado e atualizado no seu Android ou IOS. Sendo assim, baixe o Google App. Caso você use o sistema operacional do Google, é bastante provável que o App já esteja no seu celular.

Veja nesse link como jogar: http://goo.gl/KfEU2x


Fonte: TechTudo

Manga e alface estão mais em conta, diz Ceagesp

Outros preços em baixa são espinafre, chicória, laranja e tomate.
Mamão formosa, limão taiti e ovos estão mais caros.



A Companhia de Entreposto e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) divulgou a lista de produtos com os preços no atacado em baixa, estáveis ou em alta nesta semana. Veja abaixo:

Preços em baixa

Morango, manga tommy, abacate margarida, carambola, laranja pera, laranja lima, coco verde, tomate carmem, batata doce rosada, beterraba, cenoura, gengibre, inhame, mandioca, abóbora moranga, espinafre, brócolis ninja, pepino comum, chuchu, chicória, alfaces, coentro, escarola, rúcula, couve manteiga, alho porró, repolho, acelga, nabo, cenoura com folha, salsa, cebolinha, milho verde, cebola nacional e canjica.

Preços estáveis

Tangerina murcot, melão amarelo, laranja seleta, manga palmer, banana nanica, atemoia, maracujá azedo, caju, lima da pérsia, acerola, graviola, cara, batata doce amarela, tomate pizzad’oro, abóbora japonesa, abóbora paulista, abobrinha italiana, brócolos comum, beterraba com folha, erva doce, couve-flor, rabanete e batata lavada.

Preços em alta

Mamão formosa, limão taiti, banana prata, uva niágara, pinha, figo roxo, goiaba vermelha, maçã nacional, maçã importada, pera importada, manga hadem, pepino japonês, abóbora seca, abobrinhas brasileira, pimentões vermelho e amarelo, ervilha torta, quiabo liso, mandioquinha, vagem macarrão, rabanete, alho argentino e ovos.

Fonte: G1 Agro

IGP-DI cai 0,39% em julho, com forte queda nos preços de produtos agropecuários

O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) caiu 0,39 por cento em julho, sobre elevação de 1,63 por cento no mês anterior, movimento influenciado pela forte queda nos preços de produtos agropecuários, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta segunda-feira. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI) caiu 0,81 por cento em julho, após avançar 2,10 por cento em junho. O índice responde por 60 por cento do IGP-DI.

No IPA, os preços dos produtos agropecuários recuaram 2,01 por cento, ante 5,58 por cento de alta em junho, com o principal responsável o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de 16,07 por cento para -3,09 por cento. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-DI) teve alta de 0,37 por cento no mês passado, depois de ter avançado 0,26 por cento em junho. O IPC-DI mede a evolução dos preços às famílias com renda entre um e 33 salários mínimos mensais e corresponde a 30 por cento do IGP-DI.

No IPC, a alta em Alimentação foi de 0,39 por cento no mês passado, após avanço de 0,07 por cento em junho. Já o grupo Transportes mostrou alta de 0,25 por cento, após queda de 0,22 por cento em junho. A FGV informou ainda que a alta de preços do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-DI) desacelerou a 0,49 por cento no mês passado, frente a 1,93 por cento em junho. O índice representa 10 por cento do IGP-DI.

O IGP-DI é usado como referência para correções de preços e valores contratuais. Também é diretamente empregado no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) e das contas nacionais em geral.

Fonte: Reuters